Resenha - O adulto

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26 de agosto de 2016 a Amazon faz uma grande promoção na semana da bienal, a qual coloca 30.000 títulos de livros com desconto a partir de 90% e você fica ansiosa/o esperando que aqueles livros que estão na sua lista de desejo estejam com os preços mais baixos possíveis, porém, quando abre a “janela” para visualizar encontra eles com quase os mesmos valores que eram antes, logo, sai em busca de algo em conta e interessante para comprar.


Vários minutos se passaram em busca desse algo até que vê um livro de uma escritora famosa, da qual só viu a reprodução de uma das suas obras no cinema e apesar de não ser o livro referente ao filme, compro. única compra realizada nesta data e com a estimativa de entrega para o dia 01 de setembro.




Mais um pouco de ansiedade até a chegada do livro e eis quando a encomenda chega e abre contente o pacote, uma surpresa e uma pontada de decepção. Era o livro solicitado, porém, havia esquecido de ver o número de páginas (Dessa vez eu tinha lido a sinopse e gosto de livros que tenha uma quantidade de páginas razoável) e tinha em minhas mãos algo que continha somente 64 páginas. Frustrada, passo ele na frente de todos os livros que estão na lista de espera para serem lidos.


O livro em questão é O Adulto da escritora Gillian Flynn publicado pela editora Intrínseca e é na verdade um conto que foi escrito a partir da solicitação de George R. R. Martin, autor da série de livros de fantasia épica As Crônicas de Gelo e Fogo.




Por ser tratar de um conto a resenha também não será muito longa, afinal, não tem como sintetizar tudo o que se passa durante as 64 páginas sem estragar a história com algum spolier. Não se assuste se o pontapé que o livro dá é a personagem principal narrando a respeito de algo pouco convencional para um começo, afinal ela está contando sobre seus trabalhos até o momento presente, os quais são ganchos para uma narração que vai se tornando de sobrenatural a insano conforme as páginas passam.


Apesar de não ter sido um livro como imaginei o conto em si é muito bom mesmo e mexe com sua cabeça, fazendo com que perca o sentido de qual é a verdadeira realidade, provocando a sensação que alguns leitores gostam e outros odeiam, que é ter que imaginar e acreditar qual seria o ponto final daquela narrativa ou até onde ela poderia ir.

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