Vida de Seriador Nº8: Stalker - Parte Dois

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Sou tão Stalker que já sou amigo (a) dos meus favoritos.
Eu gosto tanto dos meus atores favoritos, que eu já parei de dar nome e sobrenome para eles. A Emily VanCamp, para mim é Ems, e ponto. E assim segue a vida. Afinal, falar o nome completo é cansativo demais. 

Sabe, uma coisa que anima muito um Stalker é o dia que o seu favorito pode finalmente divulgar o novo trabalho. É como acordar numa manhã de natal e perceber que papai noel realmente existe e deixou presentes.


É claro que por trás de toda alegria vem uma grande proteção:
Você protege e não deixa que ninguém fale mal do (a) seu (sua) queridinho (a)
Chega um momento na vida do Stalker em que ele já conhece as caras e bocas do ator, e com isso, pode deduzir os próximos passos do seriado. Isso é muito legal! Às vezes, também nos vemos assustados com eles. Imagine: aquele ator super fofo fazendo um papel onde ele é mal ou algo parecido…
E aquele momento que você sabe que o personagem vai morrer? Nossa, é quase como se o ator — e você — estivesse morrendo.
Ninguém falou que seria fácil a vida de Stalker, porque se fosse fácil, se chamaria faculdade de medicina, e não Stalker.
E tem aquele fatídico momento quando seu ator decide se casar. Quando ele se casa com alguém que você shippa é só alegria. Mas, quando não…  (Ian...Eu tento aceitar até hoje seu casamento com a Nikki...).

Sempre tem aquele infeliz que fala “Affs, isso não é problema seu”. E você tem vontade de responder “Claro que é, quem você acha que paga as contas dele? Eu sou a idiota que compro box e assisto a série, o mínimo que ele poderia fazer é me ouvir”
E é claro, não importa o que aconteça, você sempre fica do lado do seu favorito.
Quando virou um puxa-saco?
Ser Stalker tem seu lado bom e ruim, mas quando você olha seu ator sorrindo, ganhando um prêmio, sendo papai/mamãe. Tudo vale a pena. E é por isso que amo ser Stalker.

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