Resenha - A Batalha do Apocalipse

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E ai galerinha, tudo na boa?

Hoje estou aqui para uma resenha que não foi feita por mim, e sim pelo meu primo querido Vinicius Laus. Tenho sorte de ter na família mais leitores vorazes para eu poder falar sobre livros. E em um desses momentos ele se interessou em falar sobre o livro "A Batalha do Apocalipse", e escreveu essa resenha para eu publicar por ele.

Então sem mais enrolação, confira a resenha:

O livro retrata os momentos finais da civilização humana num futuro próximo, levado a este ponto por uma história cheia de autodestruição, terminando em uma terceira guerra mundial na Terra e a guerra derradeira pelo destino do universo nos céus. 


A trama segue Ablon, um ex-general das tropas celestes, exilado na Terra por ter se rebelado contra seus superiores, os arcanjos. Longe dos céus a muito tempo, o anjo está afastado da guerra até momentos antes do início do conflito, quando é forçado a escolher um lado. 


Inspirado principalmente pela mitologia cristã e judaica, o brasileiro Eduardo Spohr criou um universo aparentemente não tão distante da nossa realidade, mas que aos poucos é explicado e expandido, tomando as proporções épicas que o título promete. Aqui encontramos anjos, demônios, feiticeiros e outros seres escondidos entre os seres humanos, mas inseridos numa mesma realidade de forma muito natural. O universo é muito bem construído e original, convidativo para os leitores que gostam de explorar universos fantásticos.

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Apesar de uma perda de ritmo em certos capítulos, a leitura em geral flui tranquilamente, fundamentada principalmente no controle que o autor tem sobres as regras de seu universo e nas reviravoltas surpreendentes porém bem condizentes com a trama. 

Destaque para o tema recorrente do livre-arbítrio. Desprovidos de alma, celestes não possuem este presente exclusivo à humanidade, agindo apenas conforme as funções para as quais foram criados. Este tema é explorado, em certos momentos como um elemento dentro da trama e em outros, como uma reflexão de como somos responsáveis por nossos destinos.


Quem já leu a obra? O que achou? Comente ;) 



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