Resenha - Os Instrumentos Mortais: Cidade dos Ossos

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PANDÊMONIO

E ai galerinha, tudo na boa?

Hoje estou aqui para fazer a resenha do primeiro livro de uma saga de seis livros, e provavelmente você já deve ter ouvido falar de “Os Instrumentos Mortais”. Eu ganhei a edição de colecionador, que conta com os dois primeiros livros em um único volume, em Março de 2015 e nunca tinha nem tirado o plástico dele, então resolvi começar 2016 entrando em um mundo novo e posso dizer que estou amando demais, demais mesmo.

Terminei “Cidade dos Ossos” em três dias, fiquei fascinada pela história, que livro maravilhoso e intrigante. Mas chega de blábláblá, senta ai e vamos para a resenha:

“Cidades dos Ossos” é um livro de “apresentação” nele conhecemos, aprendemos o básico sobre um mundo que não conhecemos, um mundo que não enxergamos. 

Imagine que o mundo seja diferente do que podemos enxergar. Além de humanos, existem outros seres, como lobisomens, vampiros, fadas entre outros, mas além dos semi-humanos existem os terríveis demônios. Para caçar demônios e impedir que eles se alastrem pela Terra, contamos com a ajuda dos Caçadores de Sombras. De acordo com a lenda, os Caçadores de Sombras são o resultado da união de anjos e humanos. Humanos, semi-humanos, demônios, anjos, Caçadores de Sombras - Sejam bem vindos ao mundo de “Os Instrumentos Mortais”.

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Clary é uma adolescente de 15 anos que mora com a mãe e  perdeu o pai em uma acidente de carro antes mesmo de ela nascer. Uma adolescente normal, com um dom maravilhoso para desenhos, um melhor amigo para todas as horas e um amor quase paternal por um amigo antigo de sua mãe, Luke. Tudo estava em seu lugar, até que ela começa a ver pessoas que ninguém mais vê.

Em uma festa, Clary repara em alguns adolescentes armados com facas indo atacar um menino aparentemente indefeso, para saber o que estava acontecendo, imediatamente ela corre em direção ao depósito onde os meninos tinham entrado e é surpreendida com uma situação totalmente fora do comum. O menino até então indefeso era um demônio e os três adolescentes – Jace, Alec e Isabelle - que estavam armados eram Caçadores de Sombra. E Clary? Por que somente Clary podia vê-los?  

Tentando esquecer o que viu, Clary volta para casa com seu melhor amigo, Simon. 


No dia seguinte, enquanto estava em um bar com Simon, Clary recebe uma ligação de sua mãe desesperada dizendo para que ela não voltasse para casa e ligasse para Luke dizendo: “ele me encontrou”. Tentando salvar a mãe, Clary volta correndo para casa, mas o que ela encontra no apartamento é um demônio, que tenta mata-la. Sua mãe foi raptada, deixando um rastro de incertezas, medo, dúvidas e mentiras para Clary resolver, aprender e conhecer. 

Desacordada, machucada e com veneno de demônio correndo nas veias, ela acorda em um lugar totalmente desconhecido. O Instituto é um refugio para os Caçadores de Sombras e onde Clary é apresentada pela primeira vez para esse novo mundo, e é lá que ela irá entender tudo o que está acontecendo, principalmente quem é ela de verdade, quem é sua mãe e porque ela foi raptada. 


O livro é repleto de magia, batalhas, descobertas, amor, amizade, injustiça, e segredos. Você acaba lendo rapidamente, a leitura flui muito bem e os detalhes são explicados na medida certa, nada daqueles detalhes exagerados. 




São vários personagens, cada um com algo em especial que faz você se apaixonar. E o final é extraordinário e surpreendente, vale muito a pena. 

Arrependo-me profundamente de não ter lido esse livro no momento em que o ganhei - a propósito obrigada pelo presente amor.

Estou ansiosa demais para começar a ver a série que é baseada nos livros e que já está em andamento pelo Netflix - Shadowhunters.

Fiquem ligados aqui no blog, que logo sai a resenha do segundo livro, “Cidades das Cinzas”.

Quem ai já leu esse livro, o que acharam?

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