Cinema 4Sentidos - Mad Max: Estrada da Fúria

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Estava louco para assistir Mad Max após os trailers e só posso dizer que saí do cinema mais louco ainda. O filme é INSANO. E isso no melhor sentido da palavra, o roteiro é frenético e não te deixa respirar nem um segundo sequer, minha vontade era de levantar e gritar e atirar em tudo o que eu via. Que filme! 



Após tantas pessoas falando bem de Estrada da Fúria, algumas dizendo ser o melhor longa lançado este ano, pude confirmar essa euforia toda e digo que não vou sossegar até assistir novamente. O contrapeso dos curtos diálogos, as cenas divertidas e a ação alucinada vão te deixar pensando em tudo por um bom tempo.




Mad Max é uma distopia dirigida pelo australiano George Miller (Que também dirigiu Babe, o porquinho atrapalhado e Happy Feet, dá pra acreditar?) lançada originalmente em 79. O primeiro da franquia, que custou apenas 400 mil dólares e arrecadou mais de 100 milhões, é um clássico dos filmes de ação e fez a cabeça de muita gente na época. Após mais de 30 anos essa febre retorna e da melhor maneira possível.


O filme narra a história de Max Rockatansky um ex-policial rodoviário que precisa sobreviver num mundo deserto pós-apocalíptico. Entre pessoas enlouquecidas, leis primitivas e uma selvageria sem fim, não dá para se saber em quem confiar.

Nesta nova história encontramos novamente o Max, (Desta vez não sendo personificado pelo Mel Gibson, mas por Tom Hardy) capturado pela Cidadela, lugar comandado pelo sanguinário Immortan Joe. Entramos então num mundo totalmente incrível, com escravos decrépitos e muita violência. 


É aí que a história muda um pouco de rumo e nos é apresentada a Furiosa, (Charlize Theron) que rouba um bem muito precioso do Immortan e quebra as regras, fugindo da Cidadela em busca de redenção. 

Tem um pouco de manifesto feminista no longa, o que é interessante, pois deixa a mensagem de que a mulher não é propriedade e isso é explorado no filme inteiro, pela força de Furiosa e de outras personagens femininas que não deixam barato pra nenhum cara. 


Entre diversos carros incríveis, como o GigaHorse do vilão e o próprio Interceptor de Max, surge o caminhão Doofwagon, que leva diversos percussionistas e um guitarrista com lança-chamas no topo, entre vários alto-falantes, ditando o ritmo de perseguição da guerra anunciada entre Furiosa e Immortan. Isso sim é loucura (e faz a gente rir tamanha incredulidade de existir um carro desses no meio de tudo o que tá rolando).



É corrida do início ao fim, o filme não tem descanso um segundo sequer, o que faz o tempo passar mais rápido e você se envolver sem ter pensar, é ação infinita. Interessante saber também que os fãs da saga têm até um evento próprio muito legal, chamado Wasteland Weekend, onde os rebeldes vestem suas roupas pós-apocalipse, pilotam máquinas iradas e curtem shows por quatro dias no deserto da Califórnia.


Mad Max é um filme para ser assistido no cinema, na melhor sala com a melhor imagem e som. As cenas impossíveis parecem até reais, mais até que o último Velozes & Furiosos. Vale muito a pena correr agora mesmo pra assistir!





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